Jejum intermitente e musculação podem funcionar juntos, sim — mas dependem de objetivo, rotina e estratégia alimentar.
Jejum intermitente + musculação: funciona?
Funciona, desde que seja bem planejado. O erro mais comum é treinar pesado sem garantir nutrientes suficientes depois.
Possíveis benefícios
* Redução de gordura corporal
* Melhor controle da insulina
* Rotina alimentar mais simples
* Maior disciplina alimentar
Pontos de atenção
Pode haver queda de rendimento no treino
Risco de perda de massa muscular se proteína/calorias forem insuficientes
Não é ideal para iniciantes, grávidas ou pessoas com certas condições de saúde
Melhor horário para treinar
🔹 Opção 1: Treinar no final do jejum
Ex.: jejua 16h → treina → faz a primeira refeição
• Estratégia mais comum e eficiente
🔹 Opção 2: Treinar alimentado
Quebra o jejum antes do treino
• Melhor desempenho e força
O que comer ao quebrar o jejum
Priorize:
✓ Proteínas: ovos, frango, peixe, carne, whey
✓ Carboidratos: arroz, batata-doce, aveia, banana
✓ Gorduras boas: azeite, abacate, castanhas
✓ Hidratação e eletrólitos
Dá para ganhar massa muscular?
✓ Sim, mas é mais desafiador. Essencial:
Consumir proteína suficiente (≈1,6–2,2 g/kg)
Comer calorias adequadas
Treinar com progressão de carga
Dormir bem
• Quando NÃO é recomendado
*Iniciantes na musculação
*Pessoas com histórico de hipoglicemia
*Gravidez ou amamentação
*Quem tem dificuldade em comer bem em poucas refeições
Conclusão
O jejum intermitente não é obrigatório para resultados. Ele é apenas uma ferramenta.
Se o objetivo principal for hipertrofia, uma alimentação distribuída ao longo do dia costuma ser mais eficiente.
Se o foco for emagrecimento, o jejum pode ajudar.

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